Como saber se eu vou ter Alzheimer?

A cada dia, o número de pessoas com Alzheimer tem aumentado no mundo inteiro. E como ainda não há uma cura para a doença, o recomendável é que você saiba como identificá-la o mais rápido possível, pois quanto antes começar o tratamento, mais qualidade de vida a pessoa com Alzheimer terá.

Muitas vezes, pode ser difícil perceber a diferença entre as alterações nas funções cognitivas resultantes do processo natural de envelhecimento, com sintomas que poderão traduzir a instalação de um quadro patológico. Se de alguma forma, as alterações interferirem na vida quotidiana da pessoa, é aconselhável o recurso a uma consulta médica, para que após avaliação clínica, seja iniciado o processo de diagnóstico diferencial.

Como saber se eu vou ter alzheimer?

A avaliação inclui fatores de risco para a condição que afetam as probabilidades da pessoa ter a doença, como histórico familiar, histórico detalhado de memória do paciente, teste cognitivo e um exame de ressonância magnética.

Essa informação será incorporada em modelos de previsão de risco existentes que foram validados por estudos científicos. Irá providenciar aos seus pacientes informações sobre os fatores de risco não modificáveis, como idade e histórico familiar, bem como estratégias para lidar com fatores de risco modificáveis, como peso, dieta, atividade física e pressão alta.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do Alzheimer é feito depois que os médicos descartam outras doenças. Por exemplo: eles vão fazer exames para saber se os sintomas são causados por algum acidente vascular cerebral ou efeito colaterais de medicamentos, por exemplo.

Teste caseiro

Um teste que pode ser feito em casa e leva menos de 15 minutos para ser finalizado está sendo considerado uma ferramenta confiável para avaliar as habilidades cognitivas de uma pessoa, e assim ajuda a identificar os primeiros sinais de doenças como o Mal deAlzheimer.

O exame consiste em algumas perguntas sobre orientação (como “que dia é hoje?”), linguagem (fluência verbal e capacidade de dar nomes a imagens), raciocínio (capacidade de abstração aliada a cálculos), resolução de problemas e capacidade de lembrar de fatos recentes. Das 1,047 pessoas testadas no centro médico onde o teste foi desenvolvido, 28% tiveram identificado algum índice de comprometimento cognitivo.

Classificado como:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *