Você sabe o que é Alzheimer precoce?

O Alzheimer é a causa mais frequente de demência, declínio cognitivo que compromete a memória e a concretização de tarefas diárias. A idade habitual de diagnóstico ronda, em média, os 70 a 80 anos, mas pode aparecer logo aos 40. Afeta principalmente mulheres e vários estudos epidemiológicos mostram-nos que a sua prevalência aumenta de modo dramático com a idade. Saiba mais sobre esse problema em nosso post!

Por que o Alzheimer aparece também precocemente?

Cabe observar, entretanto, que as formas precoces de Alzheimer são a exceção à regra. E mais raro ainda são os casos de início antes dos 50 anos. Estes, normalmente, são hereditários e de fato já existem genes conhecidos que levam a estas formas familiares de Alzheimer como mutações da Presenilina 1 ou 2.

 

Os filhos de pessoas com Alzheimer hereditário podem fazer um teste genético, que pode indicar se há risco de desenvolver a doença, como a genotipagem da Apolipoproteína E, mas é um teste genético caro e disponível em poucos centros de neurologia.

 

O que fazer em caso de suspeita

Se há suspeita da doença de Alzheimer em jovens, é importante se consultar com um neurologista para que seja feita uma avaliação clínica, exame físico, realização de testes de memória e solicitação de exames de sangue.

 

Isto, porque, esta doença é muito rara em pessoas que não são idosas, sendo muito mais provável que a alteração de memória possa estar ocorrendo por outras causas de alzheimer precoce.

Diagnóstico do Alzheimer Precoce

É sempre necessário muito cuidado na hora de diagnosticar o Alzheimer precoce, já os sintomas podem estar associados a muitas outras doenças ou sinais de que a idade está avançando. Normalmente, o diagnóstico é feito através da observação dos sintomas feita por especialistas e por exames de imagens do cérebro, além de testes de memória.

O tratamento é igual?

O tratamento do Alzheimer de início precoce é idêntico ao da forma clássica, ou seja, treinamento cognitivo, atividade física regular e medicações como inibidores da acetil-colinesterase são os pilares da terapia. O mais importante nestes casos, na verdade, é reconhecer a doença, mas principalmente tentar identificar diagnósticos diferenciais, que podem, em uma pessoa mais jovem, se confundir com Alzheimer.

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