Você sabe o que é TOC?

Medos exagerados de se contaminar, lavar as mãos a todo o momento, revisar diversas vezes a porta, o fogão ou o gás ao sair de casa, não usar roupas vermelhas ou pretas, não passar em certos lugares com receio de que algo ruim possa acontecer depois, ficar aflito por que as roupas não estão bem arrumadas no guarda-roupa, são alguns exemplos de sintomas característicos de um transtorno: o transtorno obsessivo-compulsivo ou TOC. Saiba mais sobre esse problema em nosso post!

 

Tipos

Existem dois tipos de TOC: o transtorno obsessivo-compulsivo no qual predominam os pensamentos obsessivos, mas a pessoa sem necessariamente ter comportamentos compulsivos e o transtorno obsessivo-compulsivo, caracterizado pelas obsessões e rituais que se repetem com frequência, cuja ansiedade só pode ser aliviada e controlada por meio dos rituais, que são repetidos compulsivamente e que chegam a atrapalhar diretamente na vida de quem sofre com a doença e de pessoas próximas.

 

Causas

Os médicos ainda não são capazes de entender completamente o que está por trás do transtorno obsessivo-compulsivo, mas as principais teorias que cercam as causas da doença dizem respeito a três fatores: a biologia, a genética e o meio ambiente.

 

Como é feito o diagnóstico?

Os sintomas são bem típicos, mas entre o seu surgimento e o diagnóstico adequado podem se passar muitos anos. Estudos científicos falam de dez a 15 anos até o diagnóstico. As pessoas às vezes mantém segredo sobre os seus sintomas por terem noção de que são absurdos, mas fogem ao seu controle. Ou acham que simplesmente “são assim”.

 

Tratamentos eficazes

TOC não tem cura, mas o tratamento disponível para o transtorno pode ajudar a controlar os sintomas e evitar que eles interfiram ainda mais na qualidade de vida do paciente. Em geral pessoas precisam de tratamento por toda vida, seja somente com medicação ou associado com outras abordagens como psicoterapia.

 

As duas principais abordagens de tratamento para TOC são a psicoterapia e o uso de medicamentos. No entanto, o tratamento é mais eficaz quando há uma combinação das duas.

 

A família deve acompanhar de perto o tratamento, entendendo as características da doença, o que facilita muito os resultados alcançados pelos médicos.

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